Hoje, dia 25 de janeiro começa o maior evento de tecnologia do mundo, pelo menos é o que prega o site promocional.  A Campus Party é um evento que há anos reúne, por uma semana, todo tipo de entusiastas da tecnologia, desde, blogueiros, podcasters, estudantes, professores, cientistas, jornalistas, pesquisadores, artistas, empresários e curiosos, com a finalidade de compartilhar conhecimento, trocar experiências e realizar todo o tipo de atividades relacionadas a computadores, às comunicações e às novas tecnologias.

Portando computadores, malas e barracas, os campuseiros aproveitam toda a infraestrutura do evento que conta com uma banda de 10 Gb de conexão, um link invejável até para grandes empresas de tecnologia, usada pelos participantes para baixar, trocar e produzir conteúdo on-line.

6 mil pessoas se inscreveram para o evento, pagando uma taxa que beirou os R$150, o valor é alto, mas se houvesse mais vagas muito mais gente pagaria. Tanto é verdade que os organizadores do evento já se pronunciaram afirmando que haverá uma edição novamente ano que vem, e que será realizada em um estabelecimento maior, pois o Centro de Exposição Imigrantes já não comporta todos os geeks.

A grande graça da festa é ficar uma semana absorvendo (e armazenando) informação, tanto que muitos vão para acampar, e a grande maioria leva seus computadores. 65% levam de casa seu próprio computador para o evento, sendo 76% notebooks.

Tomara que a chuva não atrapalhe em nada. Boa festa campuseiros, que inveja de vocês!

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exoplanetas

Em quatro ou cinco anos cientistas devem descobrir o primeiro planeta que  assim como a Terra, pode apresentar vida. É o que afirmam um oficial da NASA e outros cientistas da área. Se algumas informações se confirmarem, a descoberta de um planeta semelhante à Terra pode ser anunciada ainda esse ano.

A recente descoberta dos chamados exoplanetas e a iminência da descoberta de  outras formas de vida foi assunto fundamental na conferência anual da Sociedade Americana de Astronomia que teve espaço em Miami na última semana.

Já se fala que um “marco histórico” está por vir com a resposta de uma pergunta que vem perturbando a humanidade desde o início da civilização conhecida: estamos sozinhos?

vida la fora

“Se eu fosse um apostador, e eu sou, eu apostaria que nós não estamos sozinhos – há muita vida (lá fora)”  disse Simon “Pete” Worden, astrônomo que encabeça um centro de pesquisas da NASA.

Download more ram

Download more ram

Pesquisas recentes do renomado instituto de tecnologia de massachusetts (vulgo MIT) revelaram que com combinações geométricas recursivamente reflexivas num algoritmo concorrente progressivo é possivel aumentar a quantidade de RAM de qualquer computador via Software.

Pelo menos é o que promete um certo site que por enquanto ainda não havia me decepcionado. O site Zona Nerd, que comumente lança posts interessantes, como sua ótima (ou pelo menos boa) Zona de Links, postou hoje um artigo intitulado “Como aumentar a velocidade do seu computador DE GRAÇA!”. Seria uma ótima notícia pra quem vive tecnologia e simplesmente não tem dinheiro pra melhorar seu computador, ou comprar um novo, se não fosse mentira…

Ao entrar no site mencionado, o downloadmoreram.com nos deparamos com um site feio, simples demais para ter alguma ligação com o alegado MIT, sem link nenhum no banner, em uma seção chamada Latest Review apenas uma foto de um par de memórias sem tratamento provavelmente nenhum de imagens e novamente sem link nenhum, isso sem contar o testemunho risível de um suposto cliente feliz com o serviço gratuito e bem sucedido que recebeu:

testimoniesEu fiz o download de apenas 1gb e meu computador dobrou de velocidade em dez minutos!

Inacreditável hein? Mas o mais inacreditável mesmo é por que alguém faria o download de um modesto 1gb quando ele poderia baixar 4gb pelo mesmo preço, zero.

Ao entrar na página de download vejo uma barra de progresso que sem perguntar nada começa a ser preenchida. O engraçado é que clicando com o botão direito do mouse a mensagem Download Complete! é exibida. Programaçãozinha mal feita. Na mesma hora me senti na obrigação de saber o que se passava no código fonte desse curioso site.

downloadmoreram2

Wow, o MIT anda pouco seletivo mesmo com seus parceiros, pois esse site não se deu ao trabalho de criar seu próprio botão que convida os visitantes a seguirem o Twitter da empresa (fatalmente um fake), um botão padrão do site Twitter Buttons. Outra descoberta é que o e-mail da empresa linka para um site, e não para um e-mail, WTF? Logo após, descobrimos o pulo do gato:

downloadmoreram3

“Barra de progresso baseada em tempo – Por Brian Gosselin”. sim, somente um código reutilizado para uma barra de progresso que simplesmente dispara um alerta que diz que seu download se completou.

Mas por qual motivo a nossa querida Download More Ram Co.“, empresa essa que tem o telefone mais inusitado que eu já vi (1234567890), faria uma sacanagem dessas?

Dinheiro, óbvio, com anúncios do Google, idéia que eu acho difícil dar certo, mas pra nossa sorte e sua própria  os algoritmos de indexação do buscador não permitirão que isso apareça bem colocado nas páginas de resultado. Aproveite pra rir da cara dos manés que tiveram essa idéia enquanto é tempo. Tudo bem, eles também vão rir com o pouco que ganharem, só é uma pena que nem todo mundo saiba que relevância gera mais lucro do que tráfego.

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Supernova

“De acordo com o astrônomo Edward Sion, da Universidade de Villanova, nos Estados Unidos, a estrela T Pyxidis parece destinada a explodir com força para se transformar em uma supernova – dentro de mais ou menos 10 milhões de anos.

Além disso, os cientistas descobriram que a estrela não está a 6.000 anos-luz da Terra, como indicavam os cálculos anteriores, mas a apenas 3.260 anos-luz.

Segundo Sion, a transformação da T Pyxidis em uma supernova tipo 1a destruiria a camada de ozônio da Terra, tornando-a inabitável.

Alexei Fillipenko, da Universidade da Califórnia, afirma que Sion teria utilizado os dados de uma erupção de raios gama (GRB – gamma-ray burst) para calcular a intensidade da radiação que atingiria a Terra, destruindo a camada de ozônio.

Segundo Sion e seus colegas, a explosão com força estimada de 20 bilhões de bilhões de bilhões de megatons de TNT, a uma distância de 3.260 anos-luz, jogaria sobre a Terra um nível de radiação gama equivalente a 1.000 erupções solares, o que seria suficiente para destruir a camada de ozônio, deixando o planeta vulnerável a outras radiações cósmicas, eventualmente destruindo toda a vida.

Contudo, com base no conhecimento atual, não há motivos para crer que a T Pyxidis, eventualmente transformada em supernova, gerasse uma erupção de raios gama. Com base na emissão de raios gama que se espera – caso a estrela de fato torne-se uma supernova tipo 1a – ela deveria estar pelo menos 10 vezes mais próxima para causar tanto dano.

Dados da sonda espacial International Ultraviolet Explorer mostraram que a T Pyxidis não é uma estrela única, mas um sistema binário formado por uma estrela brilhante e por outra, menor e mais densa, do tipo anã branca.

A anã branca está ganhando massa com o gás absorvido da estrela vizinha. O eventual surgimento da supernova depende da continuidade desse ganho de massa, até que ele ultrapasse 1,4 vezes a massa do Sol, o chamado Limite de Chandresekhar.

Ocorre que, periodicamente, a anã branca ejeta massa na forma de erupções de energia, que atuam na contramão desse processo. A estrela vinha apresentando explosões ritmadas, em intervalos de aproximadamente 20 anos – foram detectadas explosões em 1890, 1902, 1920, 1944 e 1967.

Mas a T Pyxidis não apresenta explosões há 44 anos, e os astrônomos não têm uma explicação para isso. Para Sion, isso é um indicativo de que a anã-branca está acumulando massa, caminhando na direção de se tornar uma supernova 1a. Se, e somente se, esse ritmo continuar, dentro de mais ou menos 10 milhões de anos, a T Pyxidis poderá se tornar uma supernova.

Uma supernova tipo 1a libera cerca de 10 milhões de vezes mais energia do que a explosão de uma nova, a explosão que ocorre quando as estrelas comuns chegam ao fim de suas vidas, dando origem a anãs brancas, como a que compõe o sistema binário T Pyxidis.

As explosões que originam anãs brancas são muito mais comuns no universo do que as que originam as supernovas.”

Eu acho que em 10 milhões de anos a raça humana já vai morar em outro planeta, Pandora seria legal.

Fonte:inovacaotecnologica.com.br

milliways

“A Nasa, agência espacial americana, e a ESA, agência espacial europeia, divulgaram nesta terça-feira a imagem mais profunda já fotografada do universo. A foto foi captada através da câmera em infravermelho do telescópio espacial Hubble. As informações são da agência AFP.

Na imagem, no quadro superior à esquerda, o objeto menor e um outro sob a cor vermelha representam galáxias que correspondem a uma distância entre 12,9 bilhões e 13,1 bilhões de anos.

Segundo as agências espaciais, galáxias com esse tempo de distância jamais haviam sido observadas. Os cientistas explicaram que elas são muito menores do que a Via Láctea – a galáxia da Terra – e possuem uma população de estrelas que pode ser enxergada nos pontos de coloração azul.”

Beleza Hubble, enxergar no fim do universo é fácil, já me falaram que tem um restaurante muito bom lá, quero ver é enxergar luz no fim do túnel pra minha conta bancária…

Fonte: noticias.terra.com.br

microcelula-solar

Cientistas do Laboratório Sandia, dos Estados Unidos, criaram um novo tipo de célula solar que, mais do que nenhuma outra, merece de fato ser chamada de “célula.”

Lembrando as minúsculas partículas cintilantes usadas em decoração – conhecidas como glitter – as minúsculas células solares utilizam 100 vezes menos silício para produzir a mesma quantidade de energia elétrica.

As minúsculas células solares poderão ser incorporadas nas superfícies irregulares de prédios e veículos e até mesmo de roupas, transformando as pessoas em recarregadores solares ambulantes, que ficarão independentes das tomadas para recarregar seus aparelhos portáteis.

As “partículas solares” são fabricadas de silício cristalino, o mesmo material usado na fabricação das células solares tradicionais. Mas suas dimensões e seu formato abrem a possibilidade de novos usos impensáveis para os rígidos painéis solares. Elas têm ainda potencial para serem mais baratas e apresentarem uma eficiência maior do que os atuais coletores fotovoltaicos.

As células solares tipo glitter são fabricadas usando o princípio dos dispositivos microeletromecânicos (MEMS). Isto permitirá que os “painéis” ou outras superfícies sobre as quais elas forem fabricadas recebam também circuitos eletrônicos adicionais, integrando funções que hoje são desempenhadas por circuitos externos.

“Módulos fotovoltaicos feitos a partir dessas microcélulas solares, para uso nos telhados das casas e dos prédios, poderão ter controles inteligentes, inversores e até mesmo sistemas de armazenamento de energia em nível de chip. Um módulo assim integrado poderia simplificar o design e até permitir a integração dos painéis com a rede de energia,” diz o engenheiro Vipin Gupta, um dos criadores das microcélulas solares.

Parte do potencial de redução dos custos da energia solar decorre do fato de que as microcélulas solares necessitam de relativamente pouco material – o caro silício cristalino – para criar células de grande eficiência e de funcionamento robusto.

Medindo entre 14 e 20 micrômetros de espessura (um cabelo humano tem aproximadamente 70 micrômetros de espessura), elas são 10 vezes mais finas do que as células solares convencionais, mas operam nos mesmos níveis de eficiência.

“Com isto, elas usam 100 vezes menos silício para gerar a mesma quantidade de eletricidade,” disse Murat Okandan, outro membro da equipe. “Como elas são muito menores e têm menos deformações mecânicas para um dado ambiente do que as células convencionais, as microcélulas solares podem também ser mais confiáveis no longo prazo.”
Microcélulas solares tipo glitter podem ser o invento da década
Pesquisador segura um módulo experimental já com as microcélulas solares montadas.

As características e as minúsculas dimensões das microcélulas solares têm vantagens tanto no momento da fabricação quanto na hora da operação.

Elas podem ser fabricadas a partir de pastilhas de silício de qualquer dimensão. Como são fabricadas para serem independentes umas das outras – só sendo montadas em painéis numa etapa posterior – se uma célula der defeito, apenas ela estará perdida – hoje, uma pastilha de silício inteira pode se perder por um único defeito.

No momento da operação, um painel solar tradicional pode deixar de gerar energia mesmo quando apenas uma parte dele fica sombreado. Na mesma situação, as novas células solares que se mantiverem ao Sol continuarão gerando energia.

Os primeiros testes indicam uma eficiência das microcélulas solares de 14,9%. Os módulos solares comerciais variam entre 13 e 20 por cento de eficiência.

Cada microcélula solar é fabricada sobre a pastilha de silício, cortada em formatos hexagonais e pronto. Cada uma delas já contém seus contatos elétricos pré-fabricados, graças às técnicas utilizadas na fabricação dos MEMS.

Um robô industrial comum pode colocar até 130.000 peças de glitter por hora nos pontos de contato elétrico pré-estabelecidos no substrato que servirá de suporte para as células solares.

O número de microcélulas solares por módulo é determinado pelo nível de concentração óptica utilizada (concentradores são conjuntos de lentes usados para focar a luz do Sol e aumentar a eficiência das células solares individuais) e pelo tamanho do substrato – um número que variará entre 10.000 e 50.000 microcélulas solares por metro quadrado.

O custo dessa operação é de aproximadamente um décimo de centavo de dólar por peça. Os pesquisadores afirmam já estar trabalhando em uma técnica alternativa de automontagem, com potencial para reduzir os custos ainda mais.

Fonte:inovacaotecnologica.com.br

StatCounterGlobal

Pasmem! Pela primeira vez na história o melhor browser da atualidade é também o mais usado, nossa querida raposa se deu bem correndo pela tangente na briga entre os colegas de equipe IE6, IE7 e IE8.

“Atualmente contando com a preferência de 22% dos navegantes, os índices de uso do programa da raposa nunca estiveram tão altos, mas ele só conseguiu o posto de número um na guerra dos browsers por conta de um processo migratório que está acontecendo lá para os lados da Microsoft.

Líder absoluto até então, em seus dias de glória o Internet Explorer 7 chegou a registrar 42% de uso, mas desde o lançamento do IE8, que aconteceu em março, seus índices têm despencado por conta da migração dos usuários entre as duas versões. Atualmente o IE7 tem 21% de audiência, contra 20% do IE8. Surpreendentemente, o decano IE6 ainda tem 14% dos usuários.

Com um em alta e outro em baixa, as glórias sobraram para o Firefox 3.5, que não tem nada a ver com essa história e que temporariamente deve aproveitar o status de navegador mais usado no mundo.

Nos números gerais as múltiplas versões do Internet Explorer têm a preferência de 55,8% dos internautas, contra 32,8% do Firefox. Mas a maré não parece ser das melhores para a Microsoft nesses mares, já que há um ano esses números eram, respectivamente, 68% e 25%.

Já no Brasil o navegador mais usado ainda é o IE7, com 24,35%, seguido de perto pelo Firefox 3.5, que registra 23,8%. O IE8 é o terceiro colocado, e seguindo a tendência mundial também registra 20%.”

Fonte:tecnoblog.net

Leia mais: tecnologia.terra.com.br, br.noticias.yahoo.com

mapa cerebral

“Pesquisadores europeus inauguraram a mais avançada sala de realidade virtual do mundo, usando conceitos inéditos para mesclar o real e o virtual.

Dotada de sensores, sistemas de visualização e programas que vão muito além das atuais cavernas digitais, a sala está sendo chamada de Máquina de Indução de Experiências Sensoriais.

Seus objetivos vão desde o teste de novas ferramentas de visualização de experimentos científicos e simulação de equipamentos industriais, até o teste de novas interfaces e o controle de computadores por meio de impulsos cerebrais.

A Máquina de Indução de Experiências Sensoriais é uma sala contendo o suprassumo das pesquisas com realidade virtual. Seus ladrilhos sensíveis ao toque e as animações suaves e de altíssima definição ajudam a criar uma experiência virtual realmente envolvente e, como dizem os pesquisadores, uma experiência crível.

A construção da sala de realidade virtual é parte do projeto Presenccia, cujo objetivo é estudar o comportamento humano em um ambiente de realidade híbrida, que mescla real e virtual.

Durante a construção da máquina de indução sensorial, o professor Paul Verschure e seus colegas da Universidade Fabra Pompeu, na Espanha, basearam-se em como o cérebro humano interpreta o mundo real. A partir desse conhecimento, eles partiram para desenvolver as tecnologias que atendam às demandas psicológicas do cérebro, de forma a criar uma experiência realmente envolvente.

Por exemplo, as animações dentro da sala não podem saltar de uma cena para outra, como acontece no cinema e na televisão – porque isto simplesmente não acontece no mundo real. Em vez disso, as animações devem constituir um fluxo contínuo de estímulos que satisfaçam adequadamente as expectativas de todos os observadores, independentemente de sua posição no interior da sala.

Os sensores detectam sua atividade cerebral quando ele se imagina andando e o ambiente da sala reage em resposta ao seu “movimento”. [Imagem: Presenccia]

O grupo, que envolve cientistas de mais de uma dezena de universidades europeias, está trabalhando também no desenvolvimento de um novo tipo de interface que não dependa de monitores, teclados e mouses.

Petar Horki, da Universidade Tecnológica de Graz, na Áustria, por exemplo, já consegue mover-se ao longo do ambiente virtual usando apenas o próprio pensamento.

Os sensores detectam sua atividade cerebral quando ele se imagina andando e o ambiente da sala reage em resposta ao seu “movimento”. A aplicação mais imediata para essa técnica é no treinamento de pessoas com deficiências que tenham recebido implantes neurais e precisam aprender a usá-los. Uma sala virtual é o ambiente mais seguro e mais barato de oferecer esse treinamento.

A empresa austríaca g.tec está desenvolvendo sensores mais precisos para detectar intenções mais detalhadas e até palavras a partir da análise da atividade cerebral. Usando esses sensores, um usuário poderá digitar textos ou navegar sem a necessidade de um teclado ou mouse.

Os primeiros estudos e testes com os novos sensores mostram que cerca de 80% das pessoas são capazes de operar o sistema após 5 minutos de treinamento.

Outro foco das pesquisas conduzidas na sala de indução sensorial é na busca de um melhor entendimento sobre nós mesmos.

O coordenador do projeto Presenccia, Mel Slater, acredita que a habilidade para usar nossos corpos como fazemos no mundo real é uma característica chave para a criação de ambientes de realidade virtual realmente críveis, que façam as pessoas sentirem-se imersas no mundo virtual como se ele fosse real.

Os primeiros resultados indicam que o cérebro pode ser “enganado” facilmente quando a pessoa interage com um ambiente virtual que obedeça à escala humana, onde é possível e necessário virar a cabeça para olhar em volta, abaixar-se para pegar algo, enfim, onde se possa usar o corpo de forma natural. A regra parece ser: mantenha tudo na escala humana e nosso cérebro irá interpretar o ambiente como se ele fosse real. ”

Pensador profundo, estamos chegando no seu nível, nos prepare, deixe-nos nunca saber a pergunta…

Fonte:inovacaotecnologica.com.br

steve-ballmer

“Depois da imagem da Monalisa feita de pedaços de placas-mãe, agora outra foto faz sucesso na web. É uma montagem com Steve Ballmer, presidente-executivo da Microsoft, feita apenas com imagens da famigerada tela azul do Windows. Com essa linguinha para fora, ficou ainda mais divertido.”

Conhecido como BSOD, ou “Blue Screen of Death”, a famosa tela azul do Windows vem finalmente para nos fazer rir, ao invés de passar raiva.

Fonte:info.abril.com.br

wegameposter

“Uma comissão no Senado aprovou uma proposta de lei que tornará crime vender, importar e distribuir jogos considerados ofensivos “aos costumes e tradições” brasileiros.

O projeto foi escrito pelo senador Valdir Raupp (PMDB-RO) e equipara vender jogos violentos ou que contenham conteúdo ofensivo ao crime de preconceito, cuja pena varia de um a três anos de prisão.

Segundo Raupp, ocorre no Brasil a venda de diversos games que ofendem grupos étnicos ou determinadas religiões, o que será proibido se seu projeto entrar em vigor.

Um exemplo de jogo que seria proibido é o japonês RapeLay, em que o jogador é incentivado a atacar mulheres e estuprá-las. O game gerou grande controvérsia no país onde foi criado e teve sua fabricação proibida.”

Particularmente eu acredito que a proibição nunca é a solução para os problemas, pois isso de certa forma glamouriza a situação. O proibido é sempre tentador. Mas pensando bem, não tem como um jogo que simula estupro trazer algo de bom para a pessoa que o joga e consequentemente para o mundo…

Rola na internet uma campanha pró gamers que visa ressaltar que os jogos não tornam as pessoas mais violentas, e eu apoio essa idéia com todas as minhas forças.O cartaz (que você confere acima do post) referindo-se aos controles dos jogos diz o seguinte:  “Ao contrário da opinião pública, eles não me fazem ser um assassino. Bem, talvez o Wiimote. Esse negócio é perigoso.”

Fonte:info.abril.com.br